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Anti-Tech Revolution: Why and How

O mais recente livro de Theodore J. (Ted) Kaczynski --  Anti-Tech Revolution: Why and How  --*  foi apresentado aos leitores neste ...

3 de abril de 2014

A Sociedade Industrial e Seu Futuro -- resumos dos capítulos

Este manifesto -- A Sociedade Industrial e Seu Futuro --, que foi elaborado por Ted Kaczynski e está para ser publicado em português por uma iniciativa das Edições Natura naturans, é uma análise de como e por que o desenvolvimento tecnológico se converteu em uma gravíssima ameaça à liberdade individual e à Natureza selvagem. Eis, aqui, os seus capítulos brevemente resumidos, o que nos dá uma ideia da estrutura e do conteúdo dessa obra.

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A Sociedade Industrial e Seu Futuro

Introdução
As consequências da Revolução Industrial têm desestabilizado a sociedade, têm feito com que a vida não tenha plenitude, têm submetido os seres humanos a indignidades, têm levado a um incremento do sofrimento psicológico (também do sofrimento físico, no Terceiro Mundo) e têm infligido severos danos ao mundo natural. O contínuo desenvolvimento da tecnologia irá piorar essa situação. Não há maneira de se reformar ou modificar o sistema de modo a impedi-lo de privar as pessoas de dignidade e autonomia. Nesse texto, advoga-se uma revolução contra o sistema industrial. Não será uma revolução política. O objetivo não será derrubar governos, e sim derrubar as bases econômicas e tecnológicas da sociedade atual. Nesse texto, se mantém a atenção somente sobre alguns dos efeitos negativos do sistema tecnoindustrial. Há pouco escrito nele acerca da degradação ambiental ou da destruição dos sertões selvagens, mesmo que em se considerando que tais temas sejam muito importantes.


A psicologia do esquerdismo moderno
Quase todo mundo concordará que vivemos em uma sociedade profundamente transtornada. Uma das manifestações mais amplas da loucura do mundo atual é o esquerdismo, de modo que uma discussão sobre a psicologia do esquerdismo pode servir como introdução à discussão dos problemas da sociedade moderna em geral.


Sentimentos de inferioridade
Quando alguém interpreta como depreciativo quase tudo o que se diga acerca dele (ou acerca de grupos com os quais se identifica), consideramos que sofre de sentimentos de inferioridade ou baixa autoestima. Tais sentimentos são decisivos na determinação da direção do esquerdismo moderno.


Sobressocialização
Diz-se que uma pessoa está bem socializada se ela acredita no código moral de sua sociedade, se ela o obedece e se adapta bem em ser um elemento funcional dessa sociedade. Poderia parecer absurdo dizer-se que muitos esquerdistas estão sobressocializados, posto que os esquerdistas são tomados comumente por rebeldes. No entanto, essa ideia pode ser defendida. Muitos esquerdistas não são tão rebeldes como parecem. Em geral, as metas dos esquerdistas da atualidade NÃO entram em conflito com a moralidade vigente. Ao contrário, a esquerda toma um princípio moral estabelecido, adota-o como próprio e, daí então, acusa a sociedade convencional de violar tal princípio. Exemplos: igualdade racial, igualdade de sexos, auxílio às pessoas pobres, paz em oposição à guerra, não violência em geral, liberdade de expressão, rejeição dos maus-tratos aos animais.

O processo de poder
Os seres humanos têm a necessidade (provavelmente de origem biológica) de experimentar o que chamaremos de processo de poder. Do processo de poder constam quatro elementos. Aos três mais claramente definidos vamos chamá-los de meta, esforço e consecução da meta. (Todo mundo necessita ter metas cuja consecução requeira esforço e necessita ter êxito em atingir ao menos algumas de suas metas.) O quarto elemento é mais difícil de definir, e talvez não seja necessário para todo mundo. Nesse testo é chamado de autonomia.

Atividades substitutivas
Quando as pessoas não têm de esforçar-se para satisfazer suas necessidades físicas, frequentemente impõem metas artificiais a si mesmas. Em muitos casos, então, perseguem essas metas com a mesma energia e o envolvimento emocional que, de outra maneira, teriam de mostrar ao tratar de satisfazer suas necessidades físicas. Para muitas, ou mesmo para a maioria das pessoas, as atividades substitutivas são menos satisfatórias que a persecução de metas autênticas. Um indício disso é o fato de que, em muitos ou na maioria dos casos, as pessoas que estão profundamente envolvidas em atividades substitutivas nunca ficam satisfeitas, nunca ficam tranquilas.

Autonomia
A maioria das pessoas necessita um certo grau de autonomia ao esforçar-se para alcançar suas metas. Seus esforços devem ser o resultado de sua própria iniciativa e devem estar sob sua própria direção e controle. Ainda assim, a maioria das pessoas não tem a necessidade de exercer tal iniciativa, direção e controle de modo exclusivamente individual. Normalmente, para elas, lhes é suficiente atuar como membros de um pequeno grupo. Quando alguém não tem a oportunidade adequada para levar a cabo o processo de poder, as consequências são (dependendo de cada indivíduo e do modo pelo qual o processo de poder seja perturbado) o tédio, a desmoralização, baixa autoestima, sentimentos de inferioridade, derrotismo, depressão, ansiedade, sentimentos de culpa, frustração, hostilidade, maus-tratos ao cônjuge e aos filhos, hedonismo insaciável, comportamento sexual anormal, transtornos do sono, transtornos da alimentação, etc.


Causas dos problemas sociais
Quaisquer dos sintomas antes elencados podem ocorrer em qualquer sociedade, porém estão presentes na sociedade moderna numa escala massiva. Não somos os primeiros a dizer que, hoje em dia, o mundo parece estar a enlouquecer. Isso não é o normal nas sociedades humanas. Parece que, em geral, o tipo de problemas que enumeramos no parágrafo anterior era muito menos comum entre os povos primitivos que o é na sociedade moderna. Nesse texto atribuem-se os problemas sociais e psicológicos da sociedade moderna ao fato de tal sociedade cobrar das pessoas que vivam submetidas a condições radicalmente diferentes daquelas nas quais a espécie humana evoluiu, e que se comportem de modo a entrar em conflito com os padrões de comportamento que a espécie humana desenvolveu enquanto vivia naquelas condições originais. Do que se leu até aqui, pode-se deduzir claramente que no texto considera-se a falta de oportunidades para se experimentar apropriadamente o processo de poder como a mais importante das condições anormais às quais a sociedade moderna submete as pessoas. Mas essa condição não é a única. Entre as condições anormais presentes na sociedade industrial moderna, cabe se destacar a excessiva densidade populacional, o isolamento do homem em relação à Natureza, a desmedida rapidez das mudanças sociais e a decomposição de comunidades naturais de pequena escala, tais como a grande família, a aldeia ou a tribo.


Perturbações do processo de poder na sociedade moderna
O homem moderno tem de satisfazer sua necessidade de experimentar o processo de poder principalmente através da persecução de necessidades criadas pela indústria da publicidade e do marketing, assim como através da realização de atividades substitutivas. Parece mesmo que, para muita gente, talvez para a maioria das pessoas, essas formas artificiais do processo de poder são insuficientes. Um tema que aparece repetidamente nos escritos dos críticos sociais da segunda metade século XX é a sensação de falta de objetivos vitais que aflige muita gente na sociedade moderna. Algo bem amplamente espalhado na sociedade moderna é a busca pela “autorrealização”. Mas pensamos que, para a maioria das pessoas, uma atividade cujo objetivo principal seja a “realização pessoal” (ou seja, uma atividade substitutiva) não produzirá uma satisfação completa. Assim é que o processo de poder encontra-se perturbado em nossa sociedade, devido à carência de metas autênticas e da falta de autonomia nas tentativas de se alcançar as metas. A sociedade moderna, em certos aspectos, é extremamente permissiva. No que se refere àqueles assuntos que sejam irrelevantes para o funcionamento do sistema, geralmente, nós podemos fazer o que quisermos. Podemos crer na religião que mais nos agrade. Podemos ter relações com quem nos agradar. Podemos fazer qualquer coisa que nos agrade – toda vez e sempre que isso não seja importante. Mas no que diz respeito aos assuntos importantes, o sistema tende, paulatinamente, a regular cada vez mais o nosso comportamento.


Como algumas pessoas se adaptam
Nem todo mundo sofre de problemas psicológicos na sociedade tecnoindustrial. Algumas pessoas, inclusive, parecem estar bastante satisfeitas com essa sociedade tal como ela é. Discutiremos agora algumas das razões pelas quais as pessoas diferem tanto em suas reações frente à sociedade moderna.

Os motivos dos cientistas
A investigação científica e tecnológica fornece os exemplos mais importantes de atividades substitutivas. Alguns cientistas afirmam que seus motivos para investigar são a “curiosidade” ou um desejo de “beneficiar a humanidade”. Mas é fácil observar que nenhum desses, para a maioria dos cientistas, é o motivo principal. No que diz respeito à “curiosidade”, essa aproximação é simplesmente absurda. A maioria dos cientistas trabalha em problemas tão especializados que nunca seriam objeto de uma curiosidade normal. A explicação baseada no “bem da humanidade” não é muito melhor. Alguns trabalhos científicos não têm qualquer relação imaginável com o bem-estar da espécie humana – a maior parte da arqueologia ou a linguística comparada, por exemplo. Algumas outras áreas da ciência implicam evidentes perigos. A ciência é uma atividade substitutiva por que os cientistas trabalham principalmente pela satisfação que têm com a realização de seu próprio trabalho. Claro está, não é algo tão simples assim. Há outros motivos que jogam um importante papel para muitos cientistas. O dinheiro e o status, por exemplo.

A natureza da liberdade
O texto pretende mostrar que não se pode reformar a sociedade tecnoindustrial de um modo a impedi-la de reduzir progressivamente a esfera da liberdade humana. Mas, dado que “liberdade” é uma palavra que pode ser interpretada de bem diversos modos, primeiro se procura esclarecer que tipo de liberdade é a de que se está tratando.

Alguns princípios acerca da história
O texto apresenta certos princípios não como leis invioláveis, porém sim como regras gerais, ou como guias para o pensamento, os quais ajudem a não nos deixar levar por ideias ingênuas acerca do futuro da sociedade. Tais princípios, com toda constância, deveriam ser trazidos à mente e, toda vez em que se chegasse a uma conclusão que com eles conflitasse, haveria que se reexaminar cuidadosamente o que se está pensando, e manter essa conclusão somente se ainda houvesse boas e sólidas razões para isso.

A sociedade tecnoindustrial não pode ser reformada
Os princípios anteriores facilitam a exposição da dificuldade e da pouca probabilidade de se reformar o sistema industrial, de um modo tal que se evitasse que este seguisse estreitando o âmbito de nossa liberdade.

A restrição da liberdade é inevitável na sociedade industrial
Como havia sido antes explicado, o homem moderno está enleado num emaranhado de normas e regulações, e seu destino depende das ações de pessoas que estão distantes dele – em cujas decisões, portanto, não pode influir. Isso não é algo acidental, nem um resultado da arbitrariedade de burocratas arrogantes. É necessário e inevitável, em qualquer sociedade tecnologicamente avançada. O sistema tem de regular estritamente o comportamento humano para poder funcionar.

As partes “más” da tecnologia não podem ser separadas das partes “boas”
Outra razão pela qual a sociedade industrial não pode ser reformada – de um modo a favorecer a liberdade – é que a tecnologia moderna é um sistema integrado, no qual cada parte depende de todas as demais. Não é possível se desfazer das partes “más” da tecnologia e se manter só as partes “boas”.

A tecnologia é uma tendência social mais poderosa que o desejo de liberdade
Não é possível estabelecer um equilíbrio duradouro entre tecnologia e liberdade, já que a tecnologia é, de longe, uma força social mais poderosa, e que, continuamente, restringe a liberdade mediante sucessivas negociações e acordos.

Os mais simples problemas sociais têm-se demonstrado insolúveis
Se alguém ainda imaginar que seria possível reformar-se o sistema de um modo tal que a liberdade ficasse protegida da tecnologia, deveria considerar o quão fútil e, na maioria dos casos, ineficientemente nossa sociedade vem agindo diante de outros problemas sociais que são muito mais simples e manejáveis. Entre outros casos, o sistema tem fracassado nos intentos de conter a degradação ambiental, a corrupção política, o tráfico de drogas ou a violência doméstica.

A revolução é mais fácil que a reforma
Os autores esperam que o leitor se tenha convencido de que o sistema não pode ser reformado de tal modo que se façam compatíveis a liberdade e a tecnologia. O único caminho possível passaria por cima do sistema tecnoindustrial, em sua totalidade. Isso implica uma revolução; não necessariamente um levante armado, porém sim, isto certamente, uma transformação radical e fundamental na natureza da sociedade.

O controle do comportamento humano
Desde o início da civilização, as sociedades civilizadas tiveram de pressionar os seres humanos para manterem o funcionamento do organismo social. As formas dessa pressão variam muito, de uma sociedade para outra. N o passado, a natureza humana colocava determinados limites para o desenvolvimento das sociedades. As pessoas podiam ser pressionadas só até certo ponto, e não mais além. Mas, hoje em dia, isso pode estar mudando, já que a tecnologia moderna está desenvolvendo formas de modificar os seres humanos (drogas psicoativas, tecnologias de vigilância, técnicas educacionais, engenharia genética, etc.). A sociedade industrial parece estar entrando em um período de graves dificuldades, em parte causadas por problemas do comportamento humano e em parte por problemas econômicos e ambientais. E uma quantidade considerável dos problemas econômicos e ambientais do sistema é o resultado do modo como se comportam os seres humanos. Desse modo, o sistema será OBRIGADO a usar todos os meios práticos que estejam ao seu alcance para controlar o comportamento humano.

A humanidade numa encruzilhada
O sistema, atualmente, está travando uma batalha desesperada para superar certos problemas que ameaçam sua sobrevivência, entre os quais os mais importantes são os problemas do comportamento humano. Se o sistema chega a adquirir suficiente controle sobre o comportamento humano, rápido o bastante, provavelmente sobreviverá. Em caso contrário, irá cair.

O sofrimento humano
É cruel esforçar-se para favorecer o colapso do sistema? Há que se sopesar – ou a luta e a morte, ou a perda da liberdade e da dignidade. Para muitos de nós, a liberdade e a dignidade são mais importantes que a longevidade ou que a evitação da dor física. Ademais, todos haveremos de morrer, antes ou depois, e pode até ser melhor morrer lutando pela sobrevivência, ou por uma causa, que viver uma longa vida – porém vazia e sem sentido. Tampouco é certo que a sobrevivência do sistema possa nos fazer esperar menos sofrimento que o provocado por seu colapso. O sistema já tem causado – e vai seguir causando – um imenso sofrimento em todos os lugares. Supunha-se que a Revolução Industrial faria desaparecer a pobreza, que faria com que todo mundo fosse feliz, etc. As consequências reais têm sido bem distintas. Os tecnófilos são irremediavelmente ingênuos (ou se autoiludem) em sua forma de entender os problemas sociais. Não se apercebem (ou optam pela ignorância) do fato que quando as grandes mudanças, inclusive as aparentemente benéficas, são levadas a termo numa sociedade, essas mudanças, por sua vez, desencadeiam uma longa sequência de outras novas mudanças, a maior parte das quais são impossíveis de se prever. O resultado é a desestabilização da sociedade. Desse modo, é muito provável que, com seus intentos de acabar com a pobreza e a doença, produzir personalidades dóceis e felizes e coisas desse gênero, os tecnófilos acabem por criar sistemas sociais que serão terrivelmente conflituosos, mais até que o próprio sistema atual.


O futuro
Suponhamos que a sociedade industrial chegue a sobreviver às próximas décadas e que, finalmente, chegue a desvencilhar-se de seus defeitos, de modo que o sistema funcione, então, sem entraves. Que tipo de sistema seria esse? Consideraremos algumas possibilidades diversas.

A estratégia
Os tecnófilos estão nos arrastando, a todos, em sua corrida totalmente imprudente para o desconhecido. Muitas pessoas entendem parcialmente o que o progresso tecnológico está ocasionando; entretanto, tomam diante dele uma atitude passiva, pois consideram que isso é algo de inevitável. Mas nesse texto isso não é considerado como algo inevitável. Nele se entende que isso é algo que pode ser detido, e oferece então algumas indicações de como se atuar para detê-lo.

Os dois tipos de tecnologia
Uma possível objeção que se poderia opor à revolução que propomos é que esta proposta estaria condenada ao fracasso, posto que (segundo se afirma), ao longo da história, a tecnologia teria sempre avançado, nunca teria sofrido retrocessos – pelo que, pois, uma regressão tecnológica seria impossível. Mas tal afirmação é falsa. No texto, se distingue dois tipos de tecnologia, às quais chamam de tecnologia de pequena escala e de tecnologia dependente de grandes organizações. A tecnologia dependente das organizações de grande escala passa SIM a regredir quando a organização social da qual depende se desagrega.

O perigo do esquerdismo
Devido à sua necessidade de rebelar-se e de pertencer a um movimento, os esquerdistas ou outras pessoas de tipos psicológicos assemelhados, frequentemente, sentem-se atraídos por movimentos rebeldes ou ativistas cujas metas e membros, de início, não seriam esquerdistas. A influência exercida por esses tipos de tendência esquerdista poderá facilmente transformar em esquerdista um movimento qualquer que, inicialmente, não fosse esquerdista – de modo que as metas esquerdistas acabam por substituir ou desfigurar as metas originais do movimento. Para evitar que isso se suceda, um movimento que exalte a Natureza e se oponha à tecnologia deve adotar um posicionamento resolutamente antiesquerdista, e deve evitar toda colaboração com esquerdistas. O esquerdismo, em longo prazo, resulta ser incompatível com a Natureza selvagem, com a liberdade humana e com a eliminação da tecnologia moderna. O esquerdismo é uma tendência totalitária. Sempre que o esquerdismo ascende a uma posição de poder, tende a invadir até o último recanto de privacidade e a fazer que todo o pensamento fique encerrado dentro dos moldes esquerdistas.


Nota final
Ao longo do artigo, são feitas afirmações imprecisas e afirmações que merecem ser interpretadas com todo tipo de considerações e reservas – e algumas dessas afirmações talvez sejam totalmente falsas. A falta de informação suficiente e a necessidade de brevidade tornam impossível formular tais asserções de um modo mais preciso ou acrescentar todas as explicações necessárias. E, certamente, numa discussão desse tipo, há que se confiar consideravelmente na capacidade de juízo intuitivo, e isso, por vezes, pode ser um erro. Desse modo, não pretendemos que neste escrito se expresse mais que uma rudimentar aproximação no sentido da verdade. De qualquer modo, seus autores estão razoavelmente seguros de que os traços gerais do quadro que acabaram por pintar são bastante acertados.